Rio de Janeiro terá “Dia do Avivamento”

10/10/2017

O prefeito do rio de Janeiro Marcelo Crivella (PRB) sancionou uma lei que adiciona ao calendário da cidade o “Dia do Avivamento da Rua Azusa”.

O projeto original, do vereador João Mendes de Jesus propõe que todo dia 14 de abril seja comemorado o início do movimento liderada pelo pastor William Seymour, num prédio da rua Azusa, em Los Angeles no ano de 1906.

Esse foi o início do movimento pentecostal, que entre seus muitos desdobramentos, deu origem à Igreja Universal do Reino de Deus, denominação onde tanto Crivella quanto João Mendes são bispos.

O vereador justificou que pediu o reconhecimento “Pela importância de termos datas comemorativas que expressem a nossa fé ou nos tragam a lembrança dos feitos de Deus e do povo que expressa essa fé ao longo da história”.

Além da Universal, o texto que apresenta a proposta de inclusão no calendário da cidade cita o trabalho de diferentes igrejas pentecostais, incluindo Assembleias de Deus, a Igreja do Evangelho Quadrangular; Brasil para Cristo; Deus é amor e Igreja Internacional da Graça. 

Marco Feliciano alerta a Rede Globo: “A nossa família merece respeito!

10/10/2017

Após a nova tentativa da Rede Globo de impor suas pautas vergonhosas no Fantástico, defendendo as exposições que promovem a pedofilia, as redes sociais do Brasil mostraram toda a indignação dos brasileiros de bem nesta segunda-feira. A hashtag #Globolixo ficou no topo dos assuntos mais comentados no Twitter durante boa parte do dia.

Encabeçada por pastores, a campanha de protesto contra a emissora carioca teve grande repercussão entre o público conservador. O deputado Marco Feliciano (PSC/SP) foi um dos mais enfáticos, denunciando a tentativa de manipulação de informações por parte da Globo.

“Através do programa Fantástico [a Globo] afrontou mais uma vez aquilo que pensa boa parte da população civilizada dessa nossa nação”, disparou. Exibindo as imagens da mostra QueerMuseu, lembrou que não se tratava de um debate sobre arte, mas sim do conteúdo das tais obras, que claramente promovem a pedofilia, a zoofilia e a cristofobia.

Segundo Feliciano, a Rede Globo, ao tentar desvirtuar o foco da discussão que tomou o país, configura-se em uma “autêntica fossa séptica moral e dos bons costumes”. Ao analisar a matéria da revista dominical que abertamente defendeu as mostras em Porto Alegre, com quadros obscenos, e de São Paulo, com um ator nu que interagiu com uma criança, o parlamentar apontou a maneira como o programa de TV tentou misturar duas questões diferentes.

O cerne dos protestos nunca foram as obras de arte, mas sim o fato de crianças serem submetidas a imagens que não conseguem compreender. “São tantas as mentiras e as manipulações, inclusive entre as pessoas entrevistadas”, lamentou.

Perto do final do vídeo, deixou um recado: “Eu alerto a todos vocês que pretendem avançar contra as famílias, as crianças e os bons costumes que nós estamos atentos”. Lembrando dos 400 mil votos que recebeu para representar seus eleitores, Feliciano disse que continuará lutando pelas pautas que o deixaram conhecido, a defesa dos valores cristãos. Encerrou dizendo: “A nossa família merece respeito!”.

Evangélicos transformam vagão de trem em “igreja móvel”

10/10/2017

O vagão do trem em Nairobi leva os passageiros todos os dias para o trabalho, mas o pregador tem esperanças que também os leve para Deus. A viagem começa nas primeiras horas da manhã no subúrbio de Ruiru, a cerca de 40 quilômetros da capital do Quênia.

Nos últimos cinco anos, a linha viu um número crescente de pastores fazer pregações para as centenas de trabalhadores que a utilizam todos os dias para irem para o trabalho. Com o tempo, a congregação improvisada se mostrou interessada em ouvir o evangelho.

Por isso, um segundo vagão passou a ser usado como “igreja móvel” todos os dias. A viagem dura cerca de uma hora. As pessoas cantam, dançam, batem palmas e depois escutam um breve sermão.

Jane Wanjiru, que frequentemente participa dos cultos e ocasionalmente até prega no trem, testemunha que muitos daqueles passageiros não costumavam orar nem ir à igreja. “Neste caso, a comunhão que temos no vagão se torna uma boa alternativa”, disse ela.

Nas paradas que faz, o trem pega passageiros em bairros da classe média e favelas. Quando chega no fim da linha, na Estação Ferroviária Central da capital, geralmente há pessoas que já aceitaram Jesus ou receberam orações e foram curadas, garantem os pregadores.

Nove pastores se revezam para ministrar todos os dias nos dois vagões. A audiência cativa reúne desempregados, funcionários públicos e comerciantes. Nenhum dos pastores é remunerado. São homens e mulheres que já usavam a linha para irem aos seus empregos e viram naquele local uma oportunidade para ministrar. Os temas dos sermões geralmente se relacionam com as lutas da maioria da população no país empobrecido, que convive com conflitos étnicos.

“Você deve diferenciar entre sacrifício verdadeiro e o que não é. Deus quer que façamos verdadeiros sacrifícios”, disse o pastor Benjamin Mutungi, 34, em uma pregação recente no trem. Alguns dos passageiros abrem suas próprias Bíblias para lerem junto a passagem.

Ele e os outros pastores seguem uma programação prévia, estabelecendo um rodízio. Assim, não usam os mesmos vagões todos os dias e procuram atingir o maior número possível de passageiros. Eles se espalham e evangelizam nos outros vagões. Também decidiram que nunca seria pedido dinheiro a título de ofertas.

Benson Ndolo, um contador que prega com frequência no trem, disse que sua vida cristã se transformou na igreja sobre trilhos. “Abriu portas para mim. Hoje sou uma pessoa melhor aqui e no trabalho”, comemora.

Julius Dzolo, que trabalha em um escritório, disse que os sermões o ajudam a lidar com o estresse. “A pregação me ajuda a relaxar”, explica. “Se eu tiver raiva de alguém no trabalho, depois do sermão consigo perdoar muito mais facilmente”.

“Muitos foram ajudados a lidar com seus problemas. Oramos pelos doentes e também pelos desempregados. Alguns voltaram e contam que houve mudança em suas vidas”, destaca o pastor Michael Mbogo, 41, que começou a pregar no trem anos atrás.

“Eu acredito que minha pregação podia ajudar essas pessoas”, relata. “No início, temia que as autoridades fossem me expulsar, mas quando as pessoas começaram a participar dos cultos com alegria, nos deram permissão para continuar”.

Aplicativos


 Locutor Ao vivo


Rádio Gospel Barretos

Programaçao Gospel

Peça Sua Música

Nome:
E-mail:
Seu Pedido:


Top 5

01.

Anderson Freire

Raridade

02.

Bruna Karla

Advogado Fiel

03.

Aline Barros

Casa do pai

04.

Anderson Freire

Acalma o meu coração

05.

Aline Barros

Ressuscita-me

Anunciantes